sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Há algo fora de ordem, fora da Nova Ordem Mundial.


- jéssica.araújo - [o destino incerto esse o meu...] diz:
e o que está fora da ordem ?
- 俺の夢 . diz:
não sei
- 俺の夢 . diz:
mas vou descobrir
- jéssica.araújo - [o destino incerto esse o meu...] diz:
sabe cm ?
- 俺の夢 . diz:
não
- 俺の夢 . diz:
mas é só entendendo e descobrindo o que está errado que eu vou conseguir encontrar uma resolução.
- jéssica.araújo - [o destino incerto esse o meu...] diz:
mas pra vc descobrir
- jéssica.araújo - [o destino incerto esse o meu...] diz:
tem que descobrir um meio de descobrir ;x
- 俺の夢 . diz:
eu vou pensar nisso
- 俺の夢 . diz:
e vou conseguir descobrir
- jéssica.araújo - [o destino incerto esse o meu...] diz:
meta de ano novo ?
- 俺の夢 . diz:
talvez

domingo, 23 de dezembro de 2007

Mais uma madrugada...

4:20 da manhã, meu caro amigo Rodrygo Nicolas Z. Sagrav me desfere um golpe de Katana e me parte a alma.
Maldito seja o Tulipa Negra.

Transbordo de raiva, desesperança, culpa, tristeza, cansaço, sono, inconformismo...
Por que estou acordado, se tenho sono?

Depois das formalidades do dia 20, ainda não decidi o que fazer comigo mesmo.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Consolos a um ignóbil


Deitado ali, derrotado e fraco, estava destruído.
Desnorteado! Sonho ou realidade, a ocorrência de um milagre.
Os senhores de luz o consolam, falando por ele para ele.

Mister Pearl
: -It's Sad!

Donna Urbana Legio
:-E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim

Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho

Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou.

Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim.

Yuurei-san
: -Se a carta que um dia eu escrevi
chegar em suas mãos
não abra e guarde essa ilusão junto ao coração
que os dias vão passando devagar
e as coisas encontrando seu lugar
e tudo muda, menos o que eu sinto por você.

Se fico tentando te trazer de volta nessa canção
Só peço p'rá não me esquecer
Escute essa paixão
que a chuva vai caindo sem parar
em gotas que me trazem seu olher
e tudo muda, menos a saudade de você.
Agora eu sei.

Señor Hermano
: -Poderia até pensar
que foi tudo sonho
ponho meu sapato novo
e vou passear
sozinho como der
eu vou até a beira
besteira qualquer
nem choro mais
só levo a saudade, morena
é tudo que vale a pena.

Donna Urbana Legio
: -E nossa estória não estará pelo avesso assim, sem final feliz, teremos coisas bonitas p'rá contar
E ate lá vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás.
Apenas começamos
O mundo começa agora
Apenas começamos.

Senhora Consciência
: -Ao tolo, a maldição de ser considerado o pecado e ter instigado o pecador.

O pecador sempre será perdoado, mas o pecado não. Ele só pode assumir toda a culpa e continuar ali, inerte em sua própria natureza de proibido.

É um pecado ser um tolo.

O Girassol



Eu tento me erguer às próprias custas
E caio sempre nos seus braços
Um pobre diabo é o que sou
Um girassol sem sol
Um navio sem direção
Apenas a lembrança do seu sermão
Você é meu sol, um metro e sessenta e cinco de sol
E quase o ano inteiro os dias foram noites
Noites para mim
Meu sorriso se foi
Minha canção também
E eu jurei por Deus não morrer por amor
E continuar a viver
Como eu sou um girassol, você é meu sol

Eu tento me erguer às próprias custas
E caio sempre nos seus braços
Um pobre diabo é o que sou
Um girassol sem sol
Um navio sem direção
Apenas a lembrança do seu sermão
Morro de amor e vivo por aí
Nenhum santo tem pena de mim
Sou agora um frágil cristal
Um pobre diabo que não sabe esquecer
Que não sabe esquecer
Como eu sou um girassol, você é meu sol
(Edgard Scandurra)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

20 de Dezembro de 2007


Chamará:
-Venham todos vós, vamos!
Todos de uma só vez, sem enganos!

É sobre minha carcaça que quereis pisar?
Fazeis algo para vosso objetivo alcançar.

Sois meus inimigos, dar-vos-ei minh'alma e fé.
Provai vós que sois digno.
Matareis um incansável guerreiro que morrerá de pé.

Matarei vós, se chance, eu tiver...

domingo, 16 de dezembro de 2007

02 de Junho de 2006


Agora os ventos novamente mudaram de rumo, mesmo que não tenham mudado, a direção ficou mais clara.
Não se sabe mais o que fazer. Estratégias, planos e sonhos: todos por água a baixo.
A esperança, outrora fimemente presente, agora nem sequer cobre a vergonha.
De certo, a perder, não há mais nada. Apenas um ponto certo. Espectro, em busca desse ponto irá, pela a luz dele guiarar-se.
Então se o fim é certo, há de ser um fim digno. Dará a eles uma grande batalha, a maior que já se viu. Cairá resgatando sua honra, que por ela perdeu.
Cambaleando, fraco, ferido e cego, chamará todos seus inimigos de uma só vez e assim ocorrerá a última e grandiosa batalha. Cheio de honra, a vida dará.
Por ela... Morrerá.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Em uma madrugada chuvosa...

O Ritmo da Chuva

Olho para a chuva que não quer cessar
Nela vejo o meu amor
Essa chuva ingrata que não vai parar
Para aliviar a minha dor.

Eu sei que meu amor para muito longe, foi
numa chuva que caiu
Oh, gente, por favor, para ela vá contar
que o meu coração se partiu.

Chuva, traga o meu benzinho
pois preciso de carinho
Diga a ela para não me deixar triste assim.

O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar.

Chuva, traga o meu benzinho
pois preciso de carinho
Diga a ela para não me deixar triste assim.

O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar.

Oh, chuva! Traga o meu amor!
Chove, chuva! Traga o meu amor!
Oh, chuva! Traga o meu amor!
Chove, chuva! Traga o meu amor!

(Por: Fernanda Takai e Rodrigo Amarante)

sábado, 1 de dezembro de 2007

Dilema

Fazer o que tem de ser feito.
De repente, tornou-se tão difícil de não trair as próprias convicções...

sábado, 20 de outubro de 2007

Pesadelo Mórbido

Pesadelo Mórbido

Com um canivete perfuro minha garganta
vejo meu sangue e ele não mais me espanta
Vou partir desta para melhor
não pode ficar pior.

Morri quando fui me apaixonar
ali começara a me matar
A garganta cortada
nada mais é que a desgraça terminada.

Fecharei meus olhos
Esperarei que esse desespero
seja só mais um pesadelo
igual àqueles que você cai da escada
mas acorda sem sentir nada.

Agora morto
espero encontrar o desejado conforto
que nessa passada vida eu nunca senti,
que nela, alguém, eu nunca vi.

(Diógenes Andrade)

Bons sonhos a todos, bons sonhos a mim...
Obrigado pela atenção.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Só Mais Um

Cada um com sua cruz
todos são culpados
Caminhando em direção ao seu crepúsculo
cada qual com seu peso.

Falou de futuros
perdeu-se no tempo.
Eram piada e mentira ou suposição.

Precisava de amigos
Teve sua culpa
Não olhou ao seu redor
Seguro minha cruz...

Quero dormir.

Eu sou o Diógenes

A maioria dos poucos que visitam e virão a visitar esse blog já devem saber meu nome e por me conhecerem estão vindo visitá-lo, mas não custa nada lembrar.
Engraçado que há um pouco mais de um mês eu vi esse Blog e me senti tão feliz de enfim ter um lugar onde escrever em minhas noites, manhãs, tardes e madrugadas vazias. Pensava que não iria ficar mais de uma semana sem criar novos posts, porém isso não se concretizou. Tantas coisas mudaram e tantas outras deixaram de mudar que ainda estou desnorteado.
Bem, esse post era para servir como apresentação sobre o que eu pretenderia com esse blog, mas sinceramente, eu não faço idéia sobre qual rumo ele irá seguir.
Então chega de ladainha, pretendo postar algo para alguém falecido recentemente no post seguinte e prefiro que as pessoas que vierem a perder seu tempo com minhas palavras, percam o seu tempo com o "poema" a perder seu tempo com essa "apresentação".

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Reflexos

Eu, deste lado, vejo-a
quero estar, ir.
O espírito pede, contraria estrutura, desfaz formação.

A coragem virá até mim e me levará até onde penso?
Quem é ela?
Daqui, o que não posso ver?
O que há além do que já vejo?

Real? Sobrenatural?
Aflição...
Explicará a mim?

Medo...
Angústia...
Ela transcende.

Dá-me disso, espero isso

O corpo hesita
(bem)maldita prende-me aqui
ainda quero, como quero!

Ela virá
Por ela vislumbrarei,
mas não será verdadeiro
Todo dia é outro dia.

E depois após depois
Como vou?
Não basta como,
o aval importa.

Adeus, Olhos!
Olá, Maldita!
Adeus, Boca!
Olá, Tudo!
Adeus, Corpo!
Olá, veneno!

Consome aos poucos, mata.