sábado, 20 de outubro de 2007

Pesadelo Mórbido

Pesadelo Mórbido

Com um canivete perfuro minha garganta
vejo meu sangue e ele não mais me espanta
Vou partir desta para melhor
não pode ficar pior.

Morri quando fui me apaixonar
ali começara a me matar
A garganta cortada
nada mais é que a desgraça terminada.

Fecharei meus olhos
Esperarei que esse desespero
seja só mais um pesadelo
igual àqueles que você cai da escada
mas acorda sem sentir nada.

Agora morto
espero encontrar o desejado conforto
que nessa passada vida eu nunca senti,
que nela, alguém, eu nunca vi.

(Diógenes Andrade)

Bons sonhos a todos, bons sonhos a mim...
Obrigado pela atenção.