Com 20 anos, que tipo de homem seria se não fizesse o que tem de ser feito?
Ninguém nunca disse que seria fácil, nem que seria possível.
Mas se não feito, adquire-se uma dívida consigo.
Não escrever poesia sobre uma idealização.
Não fantasiar acontecimentos como mágicos, se banais.
Sair são e salvo de outro turbilhão que pede permissão para se aproximar (E se aproxima),
mantê-lo longe afinal.
Mas se a coisa certa é tão clara aos olhos, qual a razão da confusão?
E esse seria mesmo um estado de confusão?
Se não, por que a prosa não denuncia confiança?
Do caminho incerto a frente,
a razão é o sinal a seguir.
Ainda que perca espaço para abstratos menos mensuráveis,
a razão deve prevalecer como a saída.
domingo, 23 de novembro de 2008
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