Uma praga no hospício, uma praga sobre os pobres
Agora vou bater no meu tambor até eu estar morto
Ontem, uma febre. Amanhã, São Pedro.
Eu vou bater no meu tambor até lá.
Mas qual melodia tirará o meu amor da cama dele?
Qual melodia a verá em meus braços novamente?
Botar fogo nos alicerces e queimar a estrutura
Você nunca tirará nada de mim
A vidraça da minha janela ficará trêmula e ondulada
Eu não vou deixar nem uma costura para trás.
Mas qual melodia tirará o meu amor da cama dele?
Qual melodia a verá em meus braços novamente?
Eu cantarei das paredes do poço e da casa no topo da montanha
Eu cantarei das garrafas de vinho que nós deixamos sobre nosso velho peitoril.
Eu cantarei dos anos que você irá desperdiçar ficando triste e velha
Oh, amor, e do frio, do frio vindouro.
*Tradução livre por mim.
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