Da noite, o brilho no Universo frio,
Centelha de calor...
Com um toque afável,
ela germinou.
Sublime Vontade, de ti,
sem alarde é o que peço.
Contigo a guarde,
enobrece-te neste verso.
Corrupto Poder, contenha
os invisíveis braços.
É secreta, sem senha,
move muda a larga azenha.
Pequena e hostil,
sozinha o garante.
Por pena ou servil,
sempre atroante.
(Diógenes Andrade)
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